Obrigado tempestade.

E foi embora a tempestade e ficou um vazio. É assim que hoje começo, da conclusão, sem delongas, sem adornos. Começo do fim pra fazer sentido ao começo antes que o fim lhe tire isso pois agora, que o fim já foi, ele não volta mais. Mas eu queria que você voltasse. 

Bela contradição essa em que me perco, querer ou não querer, heis a questão. E nem é bem ou mal querer, é só, querer. Amar, quem dera, ou pudera imaginar. Queria dizer que sim, mas não pudeste arriscar. Arriscar a vida que agora pode ir. Mas que se estivesse certo seria salvar a vida e não acabar com ela. Então devo eu te salvar, ou te matar?

Não sei.

Oh vida tão bela que agora me aparece. Antes a dúvida da resposta do que a dúvida do que questionar-se-ia. Pois é.

Complicado, não? É que me encontro num desses dias em que mais vale a forma do que o conteúdo, já que de um mero esboço de desabafo não passam as palavras que aqui resguardo. Aliás, quem isso lera? 

Se lês, coloca aqui teu nome. Diz à mim que não estou sozinho. Pois você, que agora lê, sabe muito mais de mim que eu mesmo.

Então, quem é você?


Boa noite.

Olá. Como vai? Tudo bem? Boa noite. Venho por meio deste tentar escrever e transcrever aquilo que eu guardo, que aguardo, e que me assola. Assola o peito quando bate, que de tanto bater um dia para, mas para para quem que aqui já não está? Há de se assumir que entre palavras estão as entre-linhas entrelaçadas em meio à tudo aquilo que não não cabe numa palavra só. E por mais que pareças nada dizer, dizes tudo entre um hiato e uma consoante. Da proparoxítona ao chá verde, tudo se encaixa. Do teu coração batendo, da tua respiração ofegante, dos pensamentos sem sentido, do todo que agora é também parte, pois sem parte o todo não seria todo, assim sou eu sem você e assim é você sem mim. 

Estrela que guia o clichê é mais que água que guia a redoma, a boia. É mais que ar que guia nuvem, é mais que vento que guia o balão. É mais você que me guia sem saber, sem parecer o que não parece, escondida por meio à um órgão redundante e cíclico. Vitalício. Assim ele é para o todo e assim você é para mim o que não vai ser pra mais ninguém. E em meio à palavra apaixonada daquele que já não se encontra mais em paixão é que fica marcada a dádiva de um heroi que não morreu mas ficou para trás. A história de um cavalheiro, que agora sentado, fica à espera de um encontro que já não é encontrado. E como coração que congela ele para. Sem ninguém pra ele fazer parar também.


(via fy-blink182)




(via meikmartins)



(via wordsofglass)



(via thedayiletgo)



(via b4byd0ll3r)


(via b4byd0ll3r)


dontstayhere:

Verdade…Quem é capaz de conviver com ela?Vontade…De um dia jogar tudo para o arE viver sabendo que não há nada depoisViver sem esperar por quem nunca existiu

dontstayhere:

Verdade…
Quem é capaz de conviver com ela?
Vontade…
De um dia jogar tudo para o ar
E viver sabendo que não há nada depois
Viver sem esperar por quem nunca existiu