Obrigado tempestade.
E foi embora a tempestade e ficou um vazio. É assim que hoje começo, da conclusão, sem delongas, sem adornos. Começo do fim pra fazer sentido ao começo antes que o fim lhe tire isso pois agora, que o fim já foi, ele não volta mais. Mas eu queria que você voltasse.
Bela contradição essa em que me perco, querer ou não querer, heis a questão. E nem é bem ou mal querer, é só, querer. Amar, quem dera, ou pudera imaginar. Queria dizer que sim, mas não pudeste arriscar. Arriscar a vida que agora pode ir. Mas que se estivesse certo seria salvar a vida e não acabar com ela. Então devo eu te salvar, ou te matar?
Não sei.
Oh vida tão bela que agora me aparece. Antes a dúvida da resposta do que a dúvida do que questionar-se-ia. Pois é.
Complicado, não? É que me encontro num desses dias em que mais vale a forma do que o conteúdo, já que de um mero esboço de desabafo não passam as palavras que aqui resguardo. Aliás, quem isso lera?
Se lês, coloca aqui teu nome. Diz à mim que não estou sozinho. Pois você, que agora lê, sabe muito mais de mim que eu mesmo.
Então, quem é você?










